Publicado em 23 de maio de 2026 · Leitura: 13 min
[Imagem destaque sugerida: mosaico horizontal 16:9 — foto aérea atual da Covel + recorte do Jornal Opinião de 2011 + foto antiga de Setembro/2010, sobrepostas em transparência. Logo Covel discreto no canto.]
Em 1984, um Fusca branco saiu pela porta da Covel.
Não tinha showroom de vidro, nem cobertura azul, nem tour virtual. Tinha um quiosque pequeno na Rua Júlio de Castilhos, 1783, em Encantado, no Vale do Taquari. Quatro sócios sem dinheiro. E um Fusca que precisava virar venda pra pagar o próximo.
Quarenta anos depois, o número no painel da Covel mudou: mais de 15 mil carros já passaram por aqui. A estrutura mudou: o quiosque virou complexo, com prédio moderno, casinha histórica preservada e equipe que atende clientes de toda a região. O mercado mudou: hoje muita gente compra carro sem nem visitar a loja, vendo tudo por celular. O slogan mudou — de "Parceria e Confiança" pra "Transformando negócios em amizades".
Uma coisa nunca mudou.
A Covel continua sendo uma empresa de família, do mesmo lugar, com gente que entra e fica. Tem funcionário com 33 anos de casa. Tem cliente que voltou seis, sete vezes pra comprar o próximo carro. Tem o fundador, Luiz Augusto Bagatini, ainda no negócio, agora passando o bastão pros dois filhos que entraram na empresa em décadas diferentes.
Esta é a história contada por quem viveu.
💬 "Em 1984, um Fusca branco saiu pela porta da Covel. Quarenta anos depois, a história continua sendo escrita por quem ficou."
📌 Em resumo: A Covel Veículos é uma revenda multimarcas fundada em 1984 por Luiz Augusto Bagatini em Encantado, no Vale do Taquari/RS. Em 40+ anos de operação, comercializou mais de 15 mil veículos. Hoje opera com a 2ª geração familiar (filhos Augusto e Gabriel Bagatini) e mantém o mesmo endereço original na Rua Júlio de Castilhos, 1783. Trabalha com 17 marcas e oferece garantia de até 2 anos em seminovos.
O quiosque, o Fusca branco e quatro sócios sem dinheiro
[Imagem sugerida: ilustração ou foto de Fusca branco anos 80 com tom sépia, sobreposta a um mapa antigo de Encantado/RS.]
A Covel nasceu em 1984. Luiz Augusto Bagatini tinha 30 anos. Ele não fundou sozinho — eram quatro: ele, Gorni, Scartesini e Romeu [a confirmar nomes completos dos demais sócios]. Os quatro juntaram coragem, juntaram contatos, juntaram pouco capital. E abriram a Covel num quiosque pequeno na Rua Júlio de Castilhos, 1783 — exatamente o mesmo endereço onde a loja está hoje.
Nas primeiras décadas de operação da Covel, comprar carro pra revender era um exercício diário de fé no cheque. Hiperinflação, plano cruzado, plano collor, plano real. Cada mês uma moeda, cada mês uma incerteza. A Covel comprava carros das grandes revendas da região — a Ford de Lajeado, o Comando de Montenegro — e revendia em Encantado. Mas como pagar?
Luiz Augusto explica:
🎤 "O desafio foi muito difícil no início. Nós ficamos em quatro sócios aqui, sem dinheiro. Quando nós íamos comprar os carros, eu comprava quase normalmente em quatro, cinco vezes, em cheque. Nós comprávamos a Ford Lajeado, o Comando do Montenegro. Quando vendíamos carros, e quando entrávamos em dinheiro, nós depositávamos cheque no banco para compensar. E graças a Deus, até hoje não voltou nenhum cheque para nós aqui."
— Luiz Augusto Bagatini, fundador da Covel
Pense na frase: até hoje não voltou nenhum cheque.
Quarenta anos de operação. Hiperinflação dos anos 80. Plano Collor com confisco de poupança. Crise de 2008. Pandemia. Nenhum cheque devolvido. Isso não é sorte. É o que a Covel construiu antes mesmo de saber que ia construir uma marca: uma reputação de palavra cumprida.
O primeiro carro vendido foi um Fusca branco. Daquele dia em diante, o pátio nunca mais ficou vazio.
💬 Quote-card pra Instagram: "Quarenta anos. Nenhum cheque devolvido. Não é sorte — é o que a Covel construiu antes de saber que estava construindo uma marca."
A travessia dos anos: como atravessar quatro décadas sem voltar nenhum cheque
[Imagem sugerida: linha do tempo visual com pontos de marco: 1984 → 1994 (Plano Real) → 2008 (entrada da 2ª geração) → 2011 (novas instalações) → 2020 (pandemia) → 2024 (40 anos).]
Encantado, dos anos 80 pra cá, mudou. A Covel também — só que de um jeito diferente.
Nos anos 80, a cidade era menor e o mercado de carros vivia de revenda local: comprar de quem podia trazer da capital, financiar em prestações longas, conviver com a inflação corroendo o trabalho. Nos 90, o Plano Real estabilizou os preços e o crediário virou ferramenta de massa. Nos 2000, a internet começou a mudar como o cliente pesquisava antes de comprar. Nos 2010, vieram as redes sociais. Nos 2020, a pandemia ensinou todo mundo a comprar a distância.
Em cada uma dessas eras, a sociedade da Covel foi se transformando. Quatro sócios viraram dois — Luiz Augusto e Gorni continuaram juntos depois que Scartesini e Romeu saíram [a confirmar período]. Depois sobrou Luiz Augusto sozinho. Mais tarde entrou Roni Guizzo [a confirmar ano de entrada] como novo sócio, e os dois conduziram a empresa por muito tempo lado a lado.
A estrutura física também foi crescendo. O quiosque virou loja. A loja virou complexo. Em dezembro de 2011, a Covel inaugurou novas instalações — a matéria do Jornal Opinião daquela data registrou: "A Comercial de Veículos Encantado Ltda inaugurou novas ampliações da empresa. O prédio está localizado na Rua Júlio de Castilhos, ao lado da loja atual." Na mesma matéria, Luiz Augusto e Roni Guizzo aparecem rodeados de equipe, clientes e representantes da BV Financeira, parceira histórica de financiamento. A Covel completava 27 anos.
O slogan da época era "Parceria e Confiança". Bom slogan. Mas os anos seguintes mostrariam que era pouco. Faltava nomear o que a Covel realmente fazia.
💬 Quote-card pra Instagram: "O Brasil mudou de moeda quatro vezes. Encantado dobrou de tamanho. A Covel continuou na Rua Júlio de Castilhos, 1783 — sempre."
A casinha azul e a matéria de 2011: quando a Covel completou 27 anos
[Imagem sugerida: foto da matéria do Jornal Opinião emoldurada no mural da Covel + foto aérea de Setembro/2010.]
Tem uma foto guardada no mural da Covel que conta uma história inteira em uma imagem só. Setembro de 2010. Vista aérea da loja: a casinha laranja com cobertura ao lado, o pátio com poucos carros, e ao fundo um terreno em obras — exatamente o prédio que seria inaugurado um ano depois, em dezembro de 2011.
A Covel estava crescendo. Os filhos do fundador começavam a circular pela empresa. Augusto Bagatini entrou em 2008. Tinha que aprender o negócio do zero — como o pai, quase duas décadas e meia antes, aprendia olhando carro por carro, cliente por cliente, cheque por cheque.
Naquele momento, a Covel tinha 27 anos. Não era mais empresa pequena. Mas ainda não era a marca regional consolidada que viraria. A inauguração de 2011 marcava uma transição: a empresa que cabia em um quiosque agora ocupava um prédio inteiro — e estava se preparando pra ocupar mais.
Foi também o momento em que o fundador começou a olhar pro próprio negócio com outros olhos. Olhar de quem construiu durante toda a vida — e agora pensava em quem ia continuar.
💬 Quote-card pra Instagram: "Em dezembro de 2011, a Covel completou 27 anos e inaugurou novas instalações. A casinha continuou de pé ao lado do prédio novo. Como toda boa tradição."
A segunda geração chega: Augusto em 2008, Gabriel em 2018
[Imagem sugerida: foto contemporânea dos três Bagatinis (Luiz Augusto, Augusto e Gabriel) no showroom Covel — ou três cadeiras vazias com nome em cada uma, simbolizando passagem de bastão.]
Toda empresa familiar enfrenta o mesmo dilema na segunda geração: continuar do jeito que o pai construiu — ou reinventar?
Augusto Bagatini entrou em 2008. Gabriel Bagatini entrou em 2018. Dez anos de diferença entre os dois irmãos pisando no mesmo negócio em momentos muito diferentes do mercado: Augusto pegou a Covel ainda muito física, com vendas presenciais e processos analógicos; Gabriel pegou a Covel já caminhando pra digitalização, Instagram crescendo, primeiros experimentos com vídeo.
Os dois não escolheram o caminho de mudar tudo. Escolheram um caminho mais difícil: manter o que funcionava e digitalizar o que faltava.
Em algum momento dessa década de transição, o pai começou a falar abertamente sobre o futuro:
🎤 "Os novos desafios agora, eu espero que cada vez seja melhor. Agora deixei nas mãos dos meus dois herdeiros, Gabriel e Augusto. Eu já estou meio querendo ficar de lado para aproveitar um pouco a vida, que já está chegando no meu limite."
— Luiz Augusto Bagatini, fundador da Covel
Leia de novo, com calma.
Tem fundador que se aposenta brigando com filho. Tem fundador que se aposenta sem soltar a empresa. Tem fundador que sai e a empresa fecha. Luiz Augusto escolheu o caminho mais raro: entregar os filhos pra empresa antes de entregar a empresa pros filhos.
💬 Quote-card pra Instagram: "Tem fundador que vai embora. Luiz Augusto Bagatini, da Covel, escolheu algo mais raro: entregar os filhos pra empresa antes de entregar a empresa pros filhos."
Gabriel resume o que recebeu:
🎤 "Eu estava pegando os valores de modernidade, honestidade, transparência — e isso acaba de ver na nossa cultura."
— Gabriel Bagatini, 2ª geração
Tradição não se herda. Se aprende. E a Covel, em 2026, está aprendendo entre gerações — em tempo real.
A pandemia ensina a vender carros sem mostrar o carro
[Imagem sugerida: print da plataforma Tour Virtual 360º da Covel, em um celular, com mãos segurando o dispositivo.]
Em março de 2020, o mundo parou. O comércio fechou. Os clientes deixaram de circular. E a Covel, como toda revenda, ficou com pátio cheio e showroom vazio.
Pra muitas empresas do setor, foi um momento de crise sem saída. Pra Covel, virou ponto de virada. A pandemia obrigou a Covel a fazer em poucos meses o que ia levar anos pra fazer.
Tour Virtual 360º: o cliente entra na loja sem sair de casa. Vistoria cautelar profissional: laudo técnico independente de cada veículo. Vendas a distância: laudos, fotos, vídeo, e tudo enviado pelo WhatsApp. Revisão preventiva como serviço: o cliente que comprou volta pra manutenção e fica como cliente recorrente.
Gabriel conta como foi:
🎤 "Nos últimos anos, com a pandemia, com as últimas mudanças, acelerou bastante toda essa questão digital. O pessoal hoje compra carros praticamente sem ver o carro. Aí, o que ele vê? Ele vê uma empresa de história correta."
— Gabriel Bagatini, 2ª geração
Quando o cliente não pode mais ver o carro pessoalmente, o que ele compra não é o carro. É a empresa que está vendendo o carro. E é exatamente por isso que os 40 anos da Covel viraram um ativo de negócio, não só uma curiosidade histórica.
Quem comprou um Corolla aqui em 2002 voltou pra comprar um Yaris em 2014. Hoje está olhando o HR-V de 2024. Quem indicou a Covel pro filho em 2010 indicou agora pro genro. A confiança herdada virou ativo digital — porque agora, sem ver o carro, o cliente decide pela empresa.
Modernidade sem perder a alma: a Covel virou referência por isso.
💬 Quote-card pra Instagram: "Quando o cliente não pode mais ver o carro pessoalmente, o que ele compra não é o carro. É a empresa que está vendendo o carro." — Gabriel Bagatini
Tem gente na Covel com mais tempo de casa do que alguns clientes têm de vida
[Imagem sugerida: foto de grupo da equipe atual da Covel, com legenda discreta mostrando tempo de casa de cada um — "33 anos", "28 anos", "21 anos", "16 anos".]
Pra entender o que mantém uma empresa em pé por 40 anos, olhe pra quem trabalha nela.
🎤 "O que a gente na Covel valoriza bastante é a nossa equipe. Hoje, nossos funcionários aqui, a maioria tem mais de 10 anos de casa. Temos funcionários com 33 anos de casa, vendedores com 20 e poucos anos."
— Gabriel Bagatini, 2ª geração
Pare nesse número: 33 anos de casa.
Significa que esse funcionário entrou na Covel quando Luiz Augusto ainda fazia conta de cheque pra não devolver. Significa que ele atendeu o pai do cliente que hoje atende. Significa que viu o negócio passar por hiperinflação, Plano Real, abertura do mercado, internet, redes sociais, pandemia — e continuou no mesmo lugar.
Em um setor onde a rotatividade no varejo brasileiro é alta e crescente, isso não é detalhe. É fenômeno. Empresa de 40 anos que retém funcionários por 30 não acontece por acaso. Acontece porque o tratamento é consistente. Porque o ambiente é decente. Porque o salário é correto. Porque a relação é humana.
Gabriel explica como funciona por dentro:
🎤 "A gente é uma empresa que está se consolidando na parte empresarial, mas a gente tem aquela ideia familiar. A gente trata nossos funcionários como nossa família — e é isso que a gente quer com o nosso cliente."
— Gabriel Bagatini, 2ª geração
Profissionalismo, experiência, dedicação. Não como slogan vago — como tempo somado de quem fica.
💬 Quote-card pra Instagram: "33 anos de casa. 28 anos. 21 anos. Em um varejo que troca gente toda semana, a Covel construiu equipe — não rotatividade."
15 mil carros, 15 mil histórias: os clientes que voltaram 6 vezes
[Imagem sugerida: ilustração com 15.000 carrinhos minúsculos formando um número grande "15.000" ou montagem de chaves de carro com legendas tipo "comprado em 2008", "comprado em 2014", "comprado em 2022".]
Em 40 anos, mais de 15 mil carros saíram pela porta da Covel. Quinze mil chaves entregues. Quinze mil contratos assinados. Quinze mil clientes que escolheram, entre todas as opções de revenda da região, fechar com a Covel.
Mas o número que mais conta a história é outro: vários desses clientes voltaram pra comprar pela sexta, pela sétima vez.
Esse dado tem peso. Comprar um carro não é compra recorrente — não é café, não é supermercado. Trocar de carro acontece a cada 3, 5, 7 anos. Pra o mesmo cliente voltar 6 vezes, ele precisou ficar 20, 30, 40 anos confiando na mesma revenda. Atravessar dois mandatos presidenciais. Trocar de profissão. Casar. Ter filho. Ver filho dirigir. E em cada um desses ciclos da vida, escolher a Covel.
É isso que a Covel chama de "transformando negócios em amizades".
Não é frase publicitária. É descrição literal do que aconteceu com a clientela. Quem entrou pra comprar virou amizade. Quem virou amizade voltou pra comprar de novo. E indicou o irmão. E o filho. E o vizinho.
Atendimento, respaldo, tranquilidade. Esses três pilares da bio do Instagram Covel não são adjetivos escolhidos por marketing. São o que os clientes descrevem quando contam por que voltaram pra sexta compra.
💬 Quote-card pra Instagram: "Em 40 anos, vários clientes da Covel voltaram pra comprar pela 6ª, 7ª vez. Isso não é cliente — é amizade que aconteceu de envolver carro."
"Transformando negócios em amizades": o slogan que define tudo
[Imagem sugerida: tipografia grande da frase "transformando negócios em amizades" sobre fundo azul-marinho Covel, estilo poster.]
Tem coisas que uma empresa só consegue dizer depois de viver muito.
"Transformando negócios em amizades" não funcionaria em uma revenda de 2 anos. Não funcionaria em uma franquia. Não funcionaria em quem ainda está aprendendo a vender. Essa frase só faz sentido quando é descrição — não promessa.
Pra Covel, virou descrição. Virou hashtag oficial no Instagram (#transformandonegociosemamizades). Virou jeito de operar.
Mas o que significa, na prática?
Significa que o vendedor não desaparece depois que assina o contrato. Continua respondendo ao cliente um ano depois. Tira dúvidas sobre revisão. Indica quando trocar pneu. Avisa quando aparece um carro que combina com o perfil dele.
Significa que a equipe atende o cliente — e atende a família dele inteira. Pai e filho compraram. Tio comprou. Sócio do tio comprou. A relação cresce horizontalmente, do mesmo jeito que a Covel cresceu verticalmente: por confiança.
Significa que a empresa não brigou pra ser maior, brigou pra ser referência. Há revendas maiores no estado. Há revendas com mais marcas. Há revendas com mais filiais. Mas em Encantado e no Vale do Taquari, quem é a Covel é difícil disputar.
💬 Quote-card pra Instagram: "Tem frase que só funciona em empresa de 40 anos. 'Transformando negócios em amizades' é uma delas — porque ela descreve, não promete."
2022, Roni sai. A família volta a estar sozinha. E o que vem agora?
[Imagem sugerida: foto contemporânea da fachada nova da Covel com céu de fim de tarde, simbolizando "novo capítulo".]
Em 2022, Roni Guizzo encerrou a sociedade que durava há muitos anos com Luiz Augusto Bagatini. Saída amigável, transição organizada. Depois desse momento, a Covel voltou a ser o que era no início: 100% família Bagatini.
Só que com uma diferença: agora não é mais Luiz Augusto sozinho. É Luiz Augusto + Augusto + Gabriel. Três gerações [a confirmar — pai + dois filhos pode ser considerado duas gerações ativas em paralelo] da mesma família tocando o negócio juntos, com o fundador progressivamente reduzindo o ritmo e os filhos progressivamente assumindo decisões.
Isso é raro. Ainda mais raro: isso está funcionando.
Em 2026, a Covel:
- Vende 17 marcas (BYD, Chevrolet, Citroën, Fiat, Ford, Honda, Hyundai, Jeep, Kia, Lexus, Mitsubishi, Nissan, Peugeot, Renault, Toyota, Volkswagen e Volvo)
- Mantém 25 mil seguidores no Instagram — a maior audiência digital do segmento na região
- Oferece garantia de até 2 anos em seminovos selecionados
- Faz Tour Virtual 360º em todos os veículos selecionados
- Atende cliente de toda a região metropolitana de Porto Alegre, com vendas remotas
E o próximo capítulo?
A pergunta fica em aberto. Vai vir a terceira geração? Vai vir uma expansão pra outra cidade? Vai vir uma fintech automotiva embarcada no consórcio? Vai vir uma plataforma de vendas remotas em escala maior? A resposta não está pronta.
O que está pronto é o método. A Covel construiu um jeito de fazer que sobreviveu a quatro presidentes, três crises, uma pandemia e uma transição familiar. Esse jeito de fazer vale mais que qualquer próximo capítulo — é ele que vai escrever o próximo capítulo.
💬 Quote-card pra Instagram: "Em 2022, a Covel voltou a ser 100% Bagatini. E agora? A resposta não está pronta — mas o método que vai escrevê-la está."
40 anos. 15 mil carros. Uma família. Uma rua só.
A história da Covel cabe em uma rua.
Rua Júlio de Castilhos, 1783. Centro de Encantado, Rio Grande do Sul. Aqui Luiz Augusto Bagatini, aos 30 anos, abriu o quiosque em 1984. Aqui o primeiro Fusca branco saiu da loja. Aqui o prédio novo abriu as portas em 2011. Aqui Augusto chegou em 2008. Aqui Gabriel chegou em 2018. Aqui Roni passou e seguiu seu caminho em 2022. Aqui continuou.
40 anos. 15 mil carros. Uma família. Uma rua só.
"Em 1984, um Fusca branco saiu pela porta da Covel."
Mais de 15 mil chaves depois, a história continua sendo escrita por quem ficou.
Se você está pensando em comprar seu próximo carro — ou em conhecer de perto a empresa que está há 4 décadas tornando negócios em amizades —, a Covel está exatamente onde sempre esteve.
📅 Linha do tempo: 40 anos da Covel em uma tabela
| Ano | Marco |
|---|---|
| 1954 | Nasce Luiz Augusto Bagatini |
| 1984 | Funda a Covel aos 30 anos em sociedade com Gorni, Scartesini e Romeu. Primeiro carro vendido: Fusca branco. Endereço: Rua Júlio de Castilhos, 1783, Encantado/RS |
| 2008 | Augusto Bagatini (filho do fundador) entra na empresa — 2ª geração inicia |
| Set/2010 | Foto aérea do mural registra estrutura compacta da Covel |
| Dez/2011 | Inauguração de novas instalações. Covel completa 27 anos (matéria do Jornal Opinião) |
| 2018 | Gabriel Bagatini (filho do fundador) entra na empresa |
| 2020-22 | Pandemia acelera digitalização: Tour Virtual 360º, vistoria cautelar, vendas remotas |
| 2022 | Roni Guizzo encerra sociedade. Empresa volta a ser 100% família Bagatini |
| 2024 | Covel completa 40 anos. Slogan evolui para "Transformando negócios em amizades" |
| 2026 | 42 anos · 15 mil+ veículos vendidos · 25 mil seguidores no Instagram · operação com 17 marcas |
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Sobre o autor e fontes deste artigo
Conteúdo produzido pela equipe editorial da Covel Veículos com base em duas fontes primárias verificáveis:
- Depoimento gravado do fundador Luiz Augusto Bagatini e dos diretores Augusto Bagatini e Gabriel Bagatini (2ª geração), com aspas literais transcritas no corpo do artigo.
- Matéria do Jornal Opinião, edição de 23 de dezembro de 2011, registrando a inauguração das novas instalações no aniversário de 27 anos da empresa.
Sobre a Covel Veículos
Fundada em 1984 por Luiz Augusto Bagatini, a Covel Veículos é uma revenda multimarcas localizada em Encantado, no Vale do Taquari/RS. Em mais de 40 anos de atividade, comercializou mais de 15 mil veículos novos e seminovos. Atualmente conduzida pelo fundador e seus filhos Augusto e Gabriel Bagatini (2ª geração), trabalha com 17 marcas e mantém garantia de até 2 anos em seminovos selecionados, além de Tour Virtual 360º para avaliação remota.
📍 Endereço: Rua Júlio de Castilhos, 1783 — Centro, Encantado/RS 📞 Telefone: (51) 3751-1721 💬 WhatsApp: (51) 3751-1721 🌐 Site: covelrs.com.br 📷 Instagram: @covel_veiculos 📊 Razão social: Comercial de Veículos Encantado Ltda
📋 Notas pro editor
Ativos visuais sugeridos
- Hero: mosaico horizontal 16:9 misturando foto aérea atual + matéria do Jornal Opinião 2011 + foto de Setembro/2010
- Seção origem: Fusca branco anos 80, tom sépia
- Seção travessia: linha do tempo visual com marcos
- Seção casinha 2011: foto da matéria emoldurada do mural + foto de Setembro/2010
- Seção 2ª geração: foto contemporânea dos três Bagatinis no showroom
- Seção pandemia/digital: print do Tour 360 num smartphone
- Seção equipe: foto de grupo com tempo de casa
- Seção 15 mil carros: ilustração com chaves marcando datas
- Seção slogan: tipografia poster "transformando negócios em amizades"
- Seção 2022: fachada nova com céu de fim de tarde
Pontos a confirmar antes de publicar
- Nomes completos de Gorni, Scartesini e Romeu (sócios originais)
- Período em que Scartesini e Romeu saíram da sociedade
- Ano exato em que Luiz Augusto + Gorni se separaram
- Ano em que Roni Guizzo entrou na sociedade
- Ano da inauguração do prédio moderno atual (Foto 4 do mural)
- Considerar pai+filhos como "2 gerações" ou "3 gerações" — atualmente escrevi como "2ª geração". Confirmar
- Validar com a família se algum sócio/cliente histórico aceita ser citado nominalmente em versão atualizada
Quote-cards pra Instagram (uso direto)
- "Em 1984, um Fusca branco saiu pela porta da Covel. Quarenta anos depois, a história continua sendo escrita por quem ficou."
- "Quarenta anos. Nenhum cheque devolvido. Não é sorte — é o que a Covel construiu antes de saber que estava construindo uma marca."
- "O Brasil mudou de moeda quatro vezes. Encantado dobrou de tamanho. A Covel continuou na Rua Júlio de Castilhos, 1783 — sempre."
- "Em dezembro de 2011, a Covel completou 27 anos. A casinha continuou de pé ao lado do prédio novo. Como toda boa tradição."
- "Tem fundador que vai embora. Luiz Augusto Bagatini escolheu algo mais raro: entregar os filhos pra empresa antes de entregar a empresa pros filhos."
- "Quando o cliente não pode mais ver o carro pessoalmente, o que ele compra não é o carro. É a empresa que está vendendo o carro." — Gabriel Bagatini
- "33 anos de casa. Em um varejo que troca gente toda semana, a Covel construiu equipe — não rotatividade."
- "Em 40 anos, vários clientes da Covel voltaram pra comprar pela 6ª, 7ª vez. Isso não é clientela — é amizade que aconteceu de envolver carro."
- "Tem frase que só funciona em empresa de 40 anos. 'Transformando negócios em amizades' é uma delas — porque ela descreve, não promete."
- "Em 2022, a Covel voltou a ser 100% Bagatini. E agora? A resposta não está pronta — mas o método que vai escrevê-la está."
